GABRIELA

SOCIÓLOGA E EX-PACIENTE DE CÂNCER DE MAMA

“Mesmo sendo uma doença solitária, o apoio da família foi presente. O câncer é uma doença comum e ele precisa ser encarado como tal.

No fim, o que realmente importa, é o simples, é a essência. Respeitar o processo é de suma importância para a cura. A vida tem um sentido, não podemos perdê-lo. A razão da vida é VIVER.”